Vídeo: Desktop Linux
21/02/2007Vídeo interessante, em português, mostrando um Desktop 3D Linux:
Vídeo interessante, em português, mostrando um Desktop 3D Linux:
É um Katapult, um QuickSilver. Só que rodando em Windows. Ou seja, nada de novo, mais uma vez o Windows tem a mesma coisa que os outros sistemas, com alguns meses ou anos de atraso. E parece maravilhoso porque muito usuário de Windows nunca viu nada parecido.
Assista o vídeo e veja no final, onde aparece o desenvolvedor com a barba engraçada. Na parte em que ele fala sobre como estender o sistema, preste atenção na linguagem de programação que você vai usar se quiser ensinar novos truques.
Antes que alguém venha dizer que o Katapult ou o QuickSilver não fazem todos os truques que o Enso, eu quero lembrá-lo de que estamos falando de sistemas Unix. O shell do Unix é a coisa mais flexível que já se inventou em relação à integração de programas diferentes. Tomei um tempinho agora e escrevi 18 linhas de Python + Shell Script, para tentar fazer algo parecido com o que o Enso faz. Veja o resultado:
Usei o próprio Katapult, o Kmenuedit para criar as entradas e colocar os ícones, e o xvkbd para falar com as aplicações abertas. Levei uns 30 minutos, incluindo a gravação do vídeo. Se gastar mais um tempo nisso, é possível fazer muita coisa legal.Enquanto o Ronaldo está procurando uma alternativa para o Bloglines, o Henrique se assusta com sua popularidade.
Eu, por enquanto, continuo no Bloglines. Passei algum tempo usando Newshutch. As alternativas que eu tinha visto até então eram complicadas e lentas, e eu preferia um Bloglines sem Ajax a um Google Reader cheio de Ajax que só atrapalhava. Até que encontrei o Newshutch, que tem Ajax na medida certa e não confunde os feeds lidos com não lidos como o Bloglines tem feito. Passei um bocado de tempo usando o Newshutch, quase satisfeito, mas voltei para o Bloglines por um único motivo: é o único que funciona em meu Nokia 6111.
Leio e respondo meus e-mails nele, acesso o Internet Banking (só Bradesco, o Itaú por enquanto não funciona), publico coisas neste blog, no da Visie e no Tableless e modero comentários, acesso o Google Maps e, usando o excelente MobyExplorer, até publico fotos e conserto pequenos bugs de programação em situações de emergência. Todas as aplicações da Visie funcionam nele. Não vou abrir mão de algo tão simples quanto ler meus feeds.
Se você souber de algum agregador legal com suporte ao Opera Mini, por favor me avise para eu testar. Enquanto isso, continuo no Bloglines.
Acabo de bloquear na Adblock a seguinte url:
http://spa.snap.com/snap_preview_anywhere.js?*
Caramba, mas que negocinho chato esse, né? Fica pulando na sua frente quando você passa o mouse sobre o texto. Não consigo ler com isso aí não.
Já tinha usado duas ferramentas para gravar screencasts no Linux: o xvidcap e o ffmpeg. Dois programas cheeeios de opções. O ffmeg é um programa de terminal para trabalho com mpeg em geral, que além de gravar screencasts faz muito mais. O xvidcap é um programa com interface gráfica, feito para a gravação de vídeos do Desktop, mas nem por isso menos complicado que o ffmpeg para se produzir um screencast.
Descobri recentemente o recordmydesktop, que me faz aposentar os outros dois. No fórum do Ubuntu há link para os pacotes deb. É preciso ter um login no fórum para baixar os pacotes. Baixe e instale os dois (duplo clique deve abrir o pacote no instalador de pacotes do Ubuntu.)
O programa, depois de instalado, vai estar em Aplicações -> Som e Vídeo -> gtk-recordMyDesktop. Experimente. Você vai ver como é sem graça. Descontando o fato de estar em português de Portugal e com os acentos errados, o programa funcionou perfeitamente aqui. Você abre o programa, escolhe a região da tela que quer gravar, clica em "Gravar" e pronto. Há uma série de configurações no botão "Avançado", mas as escolhas para as opções mais comuns já foram feitas para você, de modo que se você não clicar em "Avançado" e for direto ao "Gravar" o programa deve funcionar perfeitamente.
O programa vai gerar um ogg, cujo nome padrão é out.ogg. Para convertê-lo para um formato DiVX mais fácil de se abrir no (argh!) Windows, você pode fazer:
mencoder out.ogg -o pronto.avi -oac mp3lame -ovc lavc -lavcopts vcodec=msmpeg4v2
Divirta-se.
Ahá, não é só o Diego quem pode recomendar sites bonitos!
Muito, muito instrutivo. Se você não entende nada de webdesign, precisa acessar!
Um bocado de gente começou recentemente a usar o Cite Bite para linkar para citações de outros sites. A citação pode ficar, por exemplo, assim:
PS: Se você tem talento e disposição para criar uma “mensagem-modelo”, com campinhos para preencher e enviar, principalmente para os tribunais, por favor faça isso. Você vai estar ajudando muito com um pouquinho de seu tempo.
Clique no link com meu nome e você vai entender o que é o Cite Bite. O recurso parece interessante à primeira vista. O problema é que isso quebra um dos mecanismos básicos da interação entre os blogs: o link.
Quando você linka para um outro blog você está favorecendo o blog linkado:
Nada disso aí acontece quando você linka para o Cite Bite. Vai haver um link a menos para o blogueiro que escreveu algo tão bom que merece sua citação.
Para complementar, o Cite Bite pode causar problemas para o seu usuário. Aquela barra vai causar problemas se o site linkado coloca coisas no topo usando, no CSS, position:absolute; e os javascripts e mesmo o layout do site podem não funcionar corretamente.
Linke direto para o blogueiro, a fonte original.
Este blog agora tem hCard, geo e tags. Entre aqui com a Operator e você vai ver.
O endereço e as coordenadas geográficas apontam para a Visie, cujo site em breve vai estar recheado de microformats também.
Se você não entendeu nada, leia mais aqui.
Talvez seja porque o artigo é do dia 2, quando quase todo mundo estava de férias ou de ressaca, mas eu acho que tem muito menos comentários lá do que o assunto merece. Então, se você ainda não viu:
Para mim é difícil dizer quem foi a grande estrela do Intercon 2007: o Luli ou o Twitter. Durante as palestras víamos boa parte do público de cabeça baixa, olhando para seus celulares, exercitando freneticamente seus polegares.
Saindo do Intercon e voltando ao mundo real descobri um fato estarrecedor: a maioria das pessoas não sabe o que é o Twitter. Mesmo num evento de desenvolvedores de que participei no domingo, ninguém sabia o que era! Então vamos começar com o básico:
Qualquer um pode entrar lá e criar uma conta. Em seguida o twitter pergunta "o que você está fazendo agora?" E você pode entrar lá, quantas vezes quiser, e dizer o que está fazendo agora. E também pode encontrar seus amigos lá e clicar em "follow". Ao fazer isso, você é avisado sempre que um deles escrever alguma coisa. Isso pode ser simplesmente publicado em sua página no Twitter ou enviado para você por Gtalk ou SMS. Você também pode escrever via Gtalk ou SMS, sem abrir a página do Twitter.
Da primeira vez que vi isso, pensei que fosse completamente inútil. Ora, o que alguém poderia escrever diferente de "escrevendo no twitter". E que interesse eu tenho se fulano está escovando os dentes ou ciclano está alimentando os gatos? Durante um bom tempo eu, e uma porção de gente que eu conheço, se recusou a usar o Twitter.
Quando resolvi dar uma chance ao Twitter, comecei a entender de verdade seu valor. O truque número um é que você pode responder ao que alguém disse, basta começar sua mensagem com @nomedosujeito. O truque número dois é que você pode escrever o que quiser, não apenas o que está fazendo agora.
Veja, por exemplo, o que aconteceu no Intercon. Durante uma palestra alguém tem uma dúvida ou uma idéia genial. Ao invés de cochichar com a pessoa ao lado, escreve no twitter. É como se estivesse cochichando com cem ou duzentas pessoas que podem responder. Imagine uma sala de bate-papo onde você só escuta quem você escolheu, e que funciona muito bem em seu celular.
Outro exemplo, você resolve almoçar no intervalo do evento. Publica no twitter onde está e para onde vai. Seus amigos ficam sabendo e podem responder na hora. Pense na troca de SMS que você já faz, mas em grupo. Sabe aqueles filmes em que a equipe dos mocinhos tem um comunicador em que quando um fala todo mundo ouve?
Claro, esse é o uso que eu estou fazendo do Twitter, não quer dizer que é o único ou "o jeito certo". Mas, a julgar pela quantidade de gente que estava usando assim no Intercon, deve ser um dos melhores usos. Os resultados? Confira o que o Manoel Netto escreveu sobre o assunto.
Entenda bem, não é o Twitter, é o fato de estarmos conectados o tempo todo, do mesmo jeito que não era o Napster, era o fato de podermos compartilhar nossas músicas, e não era o ICQ, mas o fato de poder falar com gente do mundo todo, inclusive meus vizinhos. Não sei se o Twitter vai continuar a ser usado por anos, ou se vai surgir algo que vai conseguir substituí-lo, não importa. O que importa é que podemos nos falar, estamos conectados, em qualquer lugar e sempre que quisermos, e em grupo. Isso é algo completamente novo, e muda muita coisa.
Para aqueles que foram ao workshop, e saíram de lá querendo aprender mais sobre o bash, o shell do Unix, lá vai:
Learn 10 good UNIX usage habits
Muito, muito bom. Sobre a dica do xargs poder ser usado em combinação com outros comandos que não o find, eu gostaria de acrescentar que, ao usar o find, muitas vezes você não vai precisar do xargs. Existe uma opção do find, -exec, que executa o comando que vier depois. Tudo o que vier depois de -exec até o próximo ";" será passado ao comando, e a string especial "{}" será substituída pelo nome de arquivo encontrado.
Por exemplo, o comando:
find -name "*.bak" -exec mv {} ../trash/{} ";"
Move todos os arquivos bak do diretório atual e subdiretórios para a pasta ../trash. Veja, por exemplo, esse outro:
find -name "*.php" -exec grep -l password {} ";"
Vai listar todos os arquivos php dentro do diretório atual que contém a string "password".
De quantas etapas você precisa para fazer isso na interface gráfica? E se tiver que fazer isso todo dia, três vezes por dia?
Voltei para o Bloglines. O Newshutch é muito, muito legal, mas eu não consigo mais viver sem poder acessar meus feeds no celular. Aliás, foi o celular quem me fez ver a real vantagem da campanha Feed Zero. No desktop, não me incomodava nada clicar no título do post no leitor de feeds e ler o texto no próprio blog. Mas no celular isso é muito ruim, principalmente porque o navegador não tem abas.
E de quebra o Bloglines me dá uma outra vantagem: OPML atualizado automaticamente.
Se você leu o post do Henrique e ficou com vontade de compartilhar seus feeds também, se usa Bloglines, recomendo que faça como eu. Você precisa configurar o Bloglines para compartilhar seus feeds, clicando na aba Share e escolhendo um nome de usuário. Se você tiver feeds protegidos por senha, como os do Gmail e do Basecamp, vai precisar torná-los privados. Faça isso clicando feed e depois em "edit subscription".
Ao escolher seu nome de usuário, o Bloglines vai criar uma url com ele para o compartilhamento de seus feeds. A minha é:
http://www.bloglines.com/public/elcio
E o Bloglines também disponibiliza, automaticamente, seu OPML atualizado. O meu está aqui:
http://www.bloglines.com/export?id=elcio
Então, ao invés de copiar o OPML para o seu site e ter que se lembrar de atualizá-lo cada vez que cadastrar um feed novo, você pode apontar seus diretamente para o OPML gerado pelo Bloglines. O código no head de minha página ficou assim:
<link rel="outline" type="text/xml+opml" title="Elcio Ferreira's feeds"
href="http://www.bloglines.com/export?id=elcio" />
Pronto. Troque meu nome pelo seu, meu id pelo seu, coloque isso aí no head de suas páginas e mostre ao mundo o que você anda lendo.
E para quem não leu o post do Henrique, fica a dica: instale a OPMLReader, você vai entender.
Fiquei curioso para testar o tal AdSpyTracker que o Janio recomendou, e paguei os tais 10 dólares (usando o PayPal.)
Caramba! É realmente impressionante. Como eu tenho AdSense em cada página relevante nesse servidor, ele está funcionando como um sistema de estatísticas de acesso, junto com estatísticas do AdSense.
Entre as coisas curiosas que descobri:
Ainda estou muito curioso tentando imaginar o que seria a tal "programação de máquinas por meio de sistema fotográfico".
De qualquer maneira, está aí o link para o AdSpyTracker, que eu recomendo não pelos trocados que posso ganhar no sistema de afiliados, mas porque o treco realmente me surpreendeu:
AdSpyTracker, compre nesse link e ajude esse blogueiro a pagar suas contas.
Mais uma coisa que descobri nos relatórios do Google Analytics: a parte mais acessada do meu site, depois do blog, é o Robô de Google Ranking.
Pois bem, se é útil, então vamos melhorá-lo. Consertei uns defeitinhos agora, e preparei o sistema para internacionalização. Coloquei no ar inclusive uma versão em inglês ruim. Aí está, se você sabe inglês, espanhol, alemão, chinês, ídiche, suaili ou outro idioma qualquer e tem algum tempo disponível, pode nos ajudar traduzindo o robô para o seu idioma. Se só sabe português, pode ajudar dando opiniões e sugestões sobre o Robô.
Algum investimento em hardware, nem sempre caro, pode tornar você bem mais produtivo. Tenho um notebook, da Itautec, um Celeron M 1.9 com 512MB RAM. Um máquina modesta, relativamente barata, mas que representa um investimento considerável. Comprei meu notebook na FastShop, onde achei preço melhor que na Santa Ifigênia com um atendimento de cair o queixo.
No dia em que peguei o notebook instalei o Ubuntu, que funcionou automagicamente com quase todo o meu hardware. A placa de rede wi-fi, uma D-Link DWL-G630, foi a única coisa que me deu alguma dor de cabeça. Mas funcionou que é uma beleza ao seguir essa dica e, importante, usar o wlassistant ao invés do gerenciador de redes do Gnome (apt-get install wlassistant).
Notebook é um negócio viciante. Praticamente deixei de usar meu Desktop, mesmo ele tendo mais processamento e o dobro de memória. Para quem puder ter, recomendo.
Bom, de lá pra cá, comprei umas coisinhas que tornaram a experiência de usar o notebook muito mais divertida, e produtiva. A primeira coisa foi um segundo monitor. Na verdade, não comprei esse, tinha um enconstado aqui. Mas você consegue um bom o suficiente para usar como segunda tela por menos de R$350,00 se procurar bem. É o item mais caro de nossa lista. Usar duas telas, lado-a-lado, a do notebook e um monitor, é um negócio muito interessante. E essa é uma dica que pode servir pra você mesmo que você não tenha um notebook. Com uma placa de vídeo razoável e uma outra qualquer, que pode ser sua onboard, você pode ter duas telas em seu PC. Veja, por exemplo, esse screenshot (clique para ampliar):
Aqui tenho meu editor de código, o Kate, aberto na tela do notebook. Com a largura de 1280px, a tela me permite ter o navegador de arquivos e o navegador python abertos e ainda ter bastante espaço para editar código. Ao lado, no monitor, tenho navegador e cliente de MSN abertos. Esse é só um dos arranjos possíveis. Isso nos poupa muito trabalho também para fazer coisas com o segundo monitor como monitorar processos numa janela de terminal, conectar a um VNC ou XDMCP, rodar o VMWare, colocar as janelas de download e o que mais você imaginar.
Descubra neste artigo como configurar dois monitores no Linux e veja que idéia interessante essa aqui, usar cada tela para um computador diferente, usando o mesmo teclado e mouse para ambos. Já estou usando isso.
O segundo hardware interessante que comprei foi um adaptador Bluetooth USB. Tenho um plano GPRS de dados ilimitado da Claro (dica da Bia) mas não uso o tempo todo, então julguei que não valia a pena investir numa placa GPRS PCMCIA. Com o celular no bolso consigo navegar em qualquer lugar, mesmo sem um hotspot por perto. Claro, é meio devagar, mas quebra um galhão em lugares em que é a única opção. Paguei R$ 70,00 numa loja no Shopping da Barra, no Rio.
Depois, comprei um mouse USB. O touchpad do Itautec é legal. A rolagem com o touchpad é melhor que a rodinha do mouse, e estou usando mesmo com o mouse conectado quando tenho um texto longo para ler. Mas, como mouse, o touchpad é bem ruizinho. Paguei R$ 40,00 numa loja no Shopping Praia da Costa, em Vila Velha (ES). Em seguida, ganhei um mouse USB sem fio do Rigonatti.
Por fim, minha última aquisição, um Access Point. Se você tem um notebook com wi-fi e não tem Access Point, compre assim que puder. É muuuito bom, o tipo de coisa que você fica se perguntando como vivia sem. Agora tenho conexão boa em qualquer lugar da casa. E o Access Point custou menos de R$ 200,00 no Stand-Center (o Diego foi quem buscou pra mim).
Ou seja, como já tinha o monitor, gastei R$310,00 para ter conexão GPRS em qualquer lugar, wi-fi em casa, dois monitores em minha mesa e um mouse bom.
Já tem algum tempo. Mas como eu só vi hoje, e nem todo mundo tem tempo de ler todos os comentários, talvez muita gente não tenha visto.
Duas coisas interessantes que eu vi no Imagemaster Blog:
Tentando me cadastrar no site da Net/Virtua:

Que pena! Morava em apartamento. Mudei para uma casa há um mês. Não tenho nada para digitar nesse campo.
UPDATE: Desculpem, eu achei que estava mais claro. O problema é que o campo, embora não seja marcado com o asterisco, é de preenchimento obrigatório na validação javascript.
Uso o Internet Banking do Bradesco há alguns anos. Passei anos pagando minhas contas nessa tela:
Sem ler aquele texto "Se necessário consulte a Relação das Concessionárias Conveniadas". Ou seja, preenchia o código de barras, a data, e em seguida clicava no select:
E encontrava, naquela loooooonga lista, a empresa cuja conta estava pagando. Passei mais de um ano xingando o Bradesco por este campo a mais, tão complicado de usar, e elogiando o Itaú pelo seu sistema mais simples. Até o dia que, não sei porquê, li aquele texto em negrito.
O que me motivou a escrever este post é que vi um amigo fazendo a mesma coisa esses dias. E ele já é a quarta pessoa que eu vejo fazer isso. Culpa nossa, que não lemos o texto? Pode ser. Mas quem perde com isso é o Bradesco, que passa a imagem de complicado e burocrático enquanto esse mal entendido podia ser evitado com facilidade.
Minha sugestão? Tirar esses campos dali. Se alguém tentar pagar uma conta de uma concessionária não conveniada, envie o sujeito para uma tela informando isso e, se acharem conveniente, exibindo a lista. De preferência numa lista HTML, não num select. Duvido muito que aquela lista ali esteja ajudando alguém. A idéia é que, se o sujeito tem uma conta que não pode ser paga pelo sistema, ele descobre isso ali na lista, antes de perder seu tempo digitando o código numérico. Você acha que alguém realmente consulta aquela lista antes de digitar?
Technorati Tags: Usability, Usabilidade, Bradesco, InternetBanking